com voraz vontade
de traduzir os teu jeitos
em modos intensos
e proclamar os meus sentimentos
em versos apaixonados,
por ti inspirados,
vejo-me de olhar apático
e lápis parado...
quiçá com espírito desinteressado.
no papel que não faltava,
(aliás, abundava!),
uma poesia feia e simplória,
(de tanto desprezo, notória),
cheia de promessas sem sentido
e amores iludidos,
um ser imaturo versejava:
uma besta algo caprichada
com sensibilidade frustrada
e inteligência pouco afortunada,
tão trágica se revelava
que de nojo e ridículo a minha alma inundava.
talvez assim caia em mim...,
e como a poligamia já basta
e a banalidade só me afasta,
não mais me entregarei a ti
e do fundo de mim, concluo:
foste a merda mais fraca que escrevi.
1 sensações:
:) mesmo m... é brilhante!!!
beijo,
n
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