se o teu cabelo
soltasse ornatos de oiro pelo vento,
julgar-me-ia ter nascido obra tua,
no teu abraço fecundada,
carícias moldadas em curvas
por tuas mãos apaixonadas.
e quando teus frágeis sentimentos
nos teus olhos nascessem intensos,
erguerias um canto
em cálice branco;
roubarias o fúlgido azul celeste
e com um beijo
meu corpo vive, minha alma
emerge.
3 sensações:
esperei por ti... mas não vieste... ou vieste e não te encontrei?
beijo!
(para não publicar...)
continuo encantado com a tua escrita...
beijo,
n.
Escrita suave e de leitura natural.
"meu corpo vive, minha alma emerge"
Parabéns ** :)
Enviar um comentário