Sexta-feira, 20 de Agosto de 2010
nasce uma meia-noite morta, faminta pela luz ténue do luar. sombras engolem as misérias de esperanças por mim cuidadas e ouço quimeras minhas ecoadas em cada badalada distante. acordam trágicos sentimentos, majestosos na sua carência de confiança, tantas vezes recalcados por réstia de força que surge por vontade própria; repetem-me eles que tanto ficou para trás, muito mais que aquilo que há-de vir...! chamo por palavras carinhosas em que não acredito e procuro a atenção que jamais saberá como satisfazer-me... mas em vão; pois mesmo que o meio-dia suceda à meia-noite, a minha alma rebela-se, infeliz por ignorar o dito jeito para viver.
folha com:
estilhaços,
hipersensibilidade
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10 sensações:
BRAVO!!!!
beijinho,
n.
belo belo belo!
Estou neste momento a levantar-me e a aplaudir tudo aquilo que escreves :D
(aproveito e informo que o endereço do meu blog mudou!)
beijinho
:) uau!!!! vou seguir :D
"nasce uma meia-noite morta" isto é tão ... não há palavras! :D
Adorei :D
Uma bela metáfora,as badaladas, no qual o texto se enquadra bem
Olá,
Quero convidar-te para acompanhares o blog desistir-nao.blogspot.com :) Visita e deixa a tua opinião!
Beijinhos *
quando crescer quero ser como tu...nao ter asas e poder voar :)...ou nao
Como se fossem restos oníricos,teu texto compõe uma tela surreal.
Teu talento é inegável.
bjos, al, bom domingo e boa semana!
A-D-O-R-E-I! tens talento! :)
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