Terça-feira, 22 de Junho de 2010

conto com os meus dedos as vezes que morri na paz do teu abraço, na segurança da tua mão, na eternidade dos teus lábios. quantas vezes me perdi por entre o fascínio do teu olhar, por entre a paixão das tuas palavras e entrega do teu beijo... morro em tais momentos só para renascer num mar revolto de sonhos meus, onde alimento a raiva que fica quando me deixas, o sufoco que sinto em tanto espaço vão, o atrofio que me desorienta em tamanha liberdade, a agonia solta da podridão com odor a ausência e trago a ódio, que faz escândalo com o ridículo profundamente sentido!... e que se acalma... no arrependimento por parir a dor, e a consciência de que tudo o que sinto e digo, não o faço por mal...

14 sensações:

Margarida C' disse...

Adorei. Está muito bonito :)
Beijinho

Alexandra disse...

Às vezes dá-me essa raiva dele, depois acabo com raiva de mim..
optimo texto :) *

sam disse...

nunca o fazemos por mal...
o texto é brilhante x)

Sarah Slowaska disse...

O texto está lindo.
Foi uma morte-renascimento.

Silvana disse...

sempre estes textos que nos deixam "blowned away!" :)

boas férias querida :*

L.M. disse...

Gosto muito da tua maneira de escrever e a forma como te expressas!! 5*

bjx

L.M.

Ana Dória disse...

É verdade, minha querida :D
Fico contente por teres gostado das minhas fotos, é uma actividade que tenho desenvolvido, a par com a escrita :)

Beijinho grande!

Mel disse...

adoro os teus textos, Ana Luisa?

Mel disse...

tal como as tuas!!

NunoG disse...

mais uma pérola que recolho... beijo e parabéns Ana Luísa!

Gabs disse...

Muito bom :)
se me permites, vou seguir!

*flor* disse...

'...o atrofio que me desorienta em tamanha liberdade'

Hoje sinto-me assim. É sempre tão prazeroso ler-te.. =)

Afonso Costa disse...

Voltaste (:
E em grande.
Beijinho*

Inês Coelho disse...

Este toca bem cá dentro (: