olhai as virgens que enfeitiçais, o quão oferecidas se descobrem! ousais recitar essas ilusões desditas, pérfidas, funestas de honra e compromisso e nem treze peitos nus bastariam para saciar a carência do vosso corpo. vede como dançam as virgens! celebrando as blasfémias com que lhes desvairais a razão, vendendo a sua alma a hades num transe libidinoso, corpos enfermos de desejo que rodopiam em volta da fogueira da sina que não adivinham, lembrando qual oráculo de delfos, não fora a vontade ser outra e as virgens se profanarem pelo vosso maculado coração. calai a heresia que ecoa nas orações que segredais às virgens, eu vos demando! a vossa alma não se santifica com o sacrifício indulgente das pobres, nem com os rituais perversos que encarniçam a dádiva de eros, transformando-a na obscena merda que tendes como filosofia!
contemplai o fruto do vosso ultraje que me enche o bucho; estou prenha do vosso sémen derramado, envenenado pela gula, posse e vaidade. outrora virgem que desflorastes, haveis agora desgraçado o belo busto com que eu vos afagava, generosamente, libertando as três erínias que vos crucificam em cruz suja e torta, que vos despe as falsas roupas, revelando um corpo escarnecível e frouxo! tende o obséquio de abrir a cova para este bastardo infecundo que renuncio e ide-vos com ele; jurai que vos matais, livrando-nos a todas do fogo do vosso inferno.
contemplai o fruto do vosso ultraje que me enche o bucho; estou prenha do vosso sémen derramado, envenenado pela gula, posse e vaidade. outrora virgem que desflorastes, haveis agora desgraçado o belo busto com que eu vos afagava, generosamente, libertando as três erínias que vos crucificam em cruz suja e torta, que vos despe as falsas roupas, revelando um corpo escarnecível e frouxo! tende o obséquio de abrir a cova para este bastardo infecundo que renuncio e ide-vos com ele; jurai que vos matais, livrando-nos a todas do fogo do vosso inferno.